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da responsabilidade

por Alexandre Borges, em 09.10.12

"O processo de ajustamento está a ter lugar mais depressa do que o esperado, a economia está a reequilibrar-se de uma base puramente de consumo privado para uma economia mais orientada para as exportações", a competitividade "está a melhorar, os custos unitários do trabalho estão a descer e o défice da balança de transacções correntes está a baixar", enumerou, considerando que "tudo isto são sinais de progressos".

Mario Draghi, Presidente do Banco Central Europeu

 

"Estou muito impressionado com o que o Governo português está a fazer, com o que o povo português está a fazer."

Jean-Claude Juncker, Presidente do Eurogrupo

 

FMI vê o défice português em 1,9% em 2015

 

Todas estas notícias e comentários são de hoje. Cada um eles, à sua maneira, um tremendo elogio ao trabalho de Portugal e a certificação de que, ao contrário do que os demagogos querem fazer crer, nenhum sacrifício está a acontecer em vão. Não se pode pedir a quem tenha perdido o emprego ou a quem falte dinheiro ao final do mês para as despesas essenciais que rejubile com estes dados. Nenhum deles consolará quem passa dificuldades, até ao dia em que venha a ter efeitos práticos sobre a vida real. Mas que líderes da oposição, líderes aposentados e muito fazedor de opinião finjam não os ouvir nem compreender, é que já é verdadeiramente grave. É grave porque lembram aqueles miúdos do pátio da escola que não encontram outra forma de se afirmar senão insultando os cumpridores. É grave, porque já nem eles têm idade para isso nem o país merece ser sacrificado pela glória passageira dum soundbyte banal. Mas também é coerente. Afinal, não era agora, ao fim destes anos todos, que iam começar a ter um sentido de responsabilidade.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De jkl a 09.10.2012 às 16:56

Continua-se sem descortinar o essencial. Os designios de um País não são nem podem ser a divida soberana. è um problema que temos de enfrentar agora tornar isso no designio nacional é perder o fio à meada. Portugal tem de encontar na conjuntura internacinal o seu lugar, o seu papel. Não podemos concorrer com a China nos baixos salários porque não temos dimensão mas nas areas da novas tecnologias e da inovação podemos e deveremos dar cartas. Não queremos ser os melhores dos melhores mas temos necessidade de ser mais autonomos em relação as necessidades básicas e para isso precisamos de todos. Se os empresários continuam a querer maximizar os lucros, deslocalizando, precarizando o trabalho ( no fundo o unico meio de produzir riqueza) e não tendo uma visão mais abrangente do seu papel social e nacional ( no sentido de Pátria) não temos bases para construir qualquer coisa que perdure. E já que estamos em termos de designos acabem de uma vez por todas com esta classe politica e esta maneira de fazer politica que de politica não tem nada!
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De con ti nua se?...ó gaja despe-te... a 09.10.2012 às 19:40

o crescimento da massa monetária mundial entrou em stop permanente
acabou a era do crescimento con ti nu ó

acabou o crescimento a crédito euro-americano

e acabou muita outra coisa

podes phoder os desígnios da dívida todos ó mosca
que este país vai ao fundo ao som do canto de dodôs

ou doudos tante faz
aves tão parvas que nem repararam que estão extintas

sim vai dar cartas nas novas tecnologias

vai vender pornographia ...aos chineses


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