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Oportunidade perdida

por João Ferreira do Amaral, em 20.11.12

Tentando perceber o conceito de serviço público de televisão, imagino que possa ser alguma coisa entre os divertidos filmes de animação checoslovacos do Vasco Granja e a informação independente das conversas em família do Marcello Caetano.

Mas, para isso ser feito, para que raio precisa o Estado de manter uma estação de televisão e logo com dois canais? Não seria mais razoável transferir os relevantes recursos aqui empregues para, por exemplo, o apoio ao sector produtivo ou à educação?

Não seria mais eficiente encomendar os conteúdos e contratar a sua transmissão com os operadores concessionários, como sucede nos "tempos de antena"?

Já todos percebemos que está montada uma grande encenação para, no final, ficar tudo na mesma com a RTP a fazer notícias e o contribuinte a pagá-las compulsivamente. É pena.