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Directamente à fonte

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.04.13
Quem cita quem? O corporações cita Sócrates ou é Sócrates que cita o corporações. Nunca saberemos. A única coisa que sabemos é que há mais gente a ler o corporações que a ver o programa de Sócrates.


comentários

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De vê tamém é exagero a 30.04.2013 às 21:09

que aqui no café metade tá a dormir durante o discurso

e no café ao lado tem cabo tá sempre a dar futrebol

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De desculpa pá tenho andado ocupade a 30.04.2013 às 22:48

falta um L além de faltarem uns parafusos aos comentadores e autores deste trapo de electrões

senão vejamosL:

A nossa seita liberal (assumem-se como proprietários da dita seita) é dona de um atributo psicossocial: uma excentricidade muito própria, especial (além de própria ou seja única? ainda é hiper-mega-espacial?) e com um pensamento transformista que se vai adaptando( adaptacionista ficava melhor, adapta-se transformista transforma-se ou transmuta-se appesar de não ser físico, mas isto embrulha-se na perfeição às decisões tomadas pelos Governos de direita que vão passando pelo poder. Os outros aparentemente extinguem-se por falta da tal adaptibilidade transformista

Desde sabe-se lá quem, até defensores da austeridade custe o que custar desde que seja feita em impostos e nem corte num observatório do risco ao meio, para além de qualquer limiar razoável - e esse limiar deveria ser, para um liberal, o ponto em que a recessão destrói a economia livre que nunca existiu e as pequenas e médias empresas de construção civil ou de restauração ou de venda de carros e marquises, que as outras vão aguentando excepto as têxteis em benefício dos monopólios do Bangladesh de zaras e bennetons feito e das empresas que vivem à conta do Estado, as dos transportes e municipais e as farmácias todas

há mesmo quem defenda desvalorização de 120% do escudo em 4 anos ou menos, arrecadando o estado por via da impressora um imposto só conseguido nos idos de 74 a 1986 até a um ponto em que, imagino eu, todo o rendimento disponível passará a ser gerido pela casa da moeda e impressoras contratadas, em função dos interesses dos nossos sacrossantos credores a 12% ao ano nos melhores momentos, que no fundo são o alfa e o ómega de toda a economia que funciona graças a importações, porque infelizmente não produzimos telemóveis nem pitroil em última análise, de toda a existência.

E claro, quase todos estes gadjos são profundamente conservadores no que diz respeito a questões de direitos humanos - é vê-los a vociferar de tempos a tempos contra o aborto que no fundo é um direito de todo o feto e de todo o pai que não quer responsabilidades com fodilhonas do caraças, o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou de espécies diferentes como o casamento entre empresas e empresas e cães que não são números, logo são pessoas, no actual programa de matemática ou a liberalização das drogas que se vendem a rodos no SNS E nas smartshops e na internet. J.César o abominável das Neves e J.C. Espada são os heróis desta facção "liberal" da nossa intelLigentsia.

Podem muito bem abdicar dos seus ordenados para manter as máquinas impressoras em funcionamento. Apenas com tal sacrifício e abnegação da massa monetária colaboradora poderão as empresas públicas continuar a distribuir dividendos pelos seus 10 milhões de accionistas no final do ano.



Fomos, na realidade, gente mesquinha, que apenas queria a desgraça de quem nos emprega, que é o estado que afinal é nosso. Onde já se viu, exigirmos receber pelo trabalho que produziu a mais-valia para o patrão, esse estado gordo que nos mata à fome....



Não, Ruim, indigna não é a entrevista na qual o inspector-geral do trabalho defende a criminalização do atraso no pagamento de salários. Indigno é haver patrões com 10 empregados como os do vale do Ave que acham que podem gerir as suas contas particulares e as dos accionistas geralmente sociedades por quotas e não acções, mas enfim com os salários dos trabalhadores.

Até será ou seria admissível que pontualmente possam existir atrasos e que se utilize os salários alheios para equilibrar as contas da empresa ou até comprar farinha para fazer pão como a panificadora do Barreiro ou gás para os fornos de vidro, ou argila para as cerâmicas ou serras de corte para os xistos e granitos ou esmeril para polir ou pagar à EDP antes do corte final, ou as custas do tribunal para atrasar a declaração de falência . Mas quando o atraso é reiterado, sistemático e a empresa apresenta lucros que contradizem a falta de liquidez, é crime é certamente propriedade de colombianos como dizia um tipo de esquerda
e anti sousa cintra...

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