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levem mais minis

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.05.13

No domingo os adeptos do guimarães só têm de entrar no estádio ao minuto 90. Durante o resto do jogo podem ficar a beber minis na mata.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De O estado Social matou Lenine a 25.05.2013 às 00:47

Logo daí se vê que o estado social é anti-marxista
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De MINIS? sagres? seu retro a 25.05.2013 às 02:32

minis é anos 70

RECEITA PARA O APOCALIPSE SEM USAR MAIAS OU SUECOS...o ESTADO SOCIAL MATOU LENINE E LENINE AFINAL ERA DA FAMÍLIA DO RELVAS

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LOS ANGELES. 1963 kallade han sig ”en berlinare”.

Men redan 1937 beundrade John F Kennedy Nazityskland och Hitler.

– Tyskarna är helt enkelt för bra. Det är därför folk går samman mot dem, för att skydda sig själva, skrev han.

Brevet var ett av många som Kennedy författade när han besökte Tyskland 1937, 1939 och 1945.

De finns nu med i boken ”John F Kennedy – Unter deutschen. Reistagbücher und briefe 1937-45”, som visar att Kennedy accepterade såväl nazisternas rasteori som fascistiskt styre.

Efter ett besök på floden Rhen 1937 skrev den då 20-årige Kennedy
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De Será que queria dizer MarxistaLeninista? a 25.05.2013 às 00:52

É que quando não se sabe o que se diz, é-se processado.
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De minis na mata ou Minamata? a 25.05.2013 às 01:09

Deve dizer-se:é que quando se não sabe o que se diz, todos os Lenines são Relvas
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De Minuto 90 a 25.05.2013 às 02:21

levo levo, podem atirar-se é?

A internet, como parte de uma revolução tecnológica foi um veículo de alteração social ao potenciar a crise de valores, destruiu a sociedade burguesa existente no ocidente no início do XXIº século(valores esses económicos e muitos outros ).
Não o fez, apenas por tal como as outras tecnologias, trazer bolhas económicas associadas, o neolítico alterou para sempre os direitos das gentes à mãe terra e alienaram os nómadas das sociedades sedentárias.
Nunca houve uma tecnologia que não tivesse produzido crises e alienações sociais, mas nenhuma alienou mais do que a internet e as ditas tecnologias da informação, talvez as pirâmides maias ou egípcias como construção de uma virtualidade comunal que apenas traz proveito para alguns e miséria para os restantes a coberto de ser um factor de progresso.
Desde os anos 70 os computadores afectaram a maneira como a economia funcionava e facilitaram uma mudança social e económica muito mais rápida do que nas décadas anteriores.
Durante esse processo, facilitaram a criação de empregos de alta especialização e criaram legiões de desempregados, a bolsa e a economia adaptaram-se às abstrações ou virtualidades possibilitadas pela revolução tecnológica e a economia alienou-se tal como as pessoas da realidade.
E tal como Kurt vonnegut junior previu nos anos 50 do século XX a nova sociedade levou a guerras económicas por vários meios e a motins das legiões de desempregados e sub-empregados sem futuro do ponto de vista do status económico, nem perspectivas de valorização social, excepto pela ligação a cultos e a associações que renegam os valores da nova ou velha ou neo sociedade.
Belfast foi nos anos 70 o 5º maior porto mundial, com 595.000 habitantes ou talvez mais, numa economia onde 10 portos movimentavam 50% de todo o comércio global, para não repetir o mundial..
Hoje 7 portos na China movimentam 10 vezes mais carga que os 10 grandes portos ocidentais em 1970...
A culpa é duma civilização que se viciou em ópio tecnológico, uma tecnologia que não serve a sociedade e leva a rituais maníacos e ritos de posse, em 1841 os chineses trocaram chá e prata por ópio, debilitando a sua estrutura social e económica, por ironia histérica ou histórica 170 anos depois...A internet, como parte de uma revolução tecnológica foi um veículo de alteração social ao potenciar a crise de valores, destruiu a sociedade burguesa existente no ocidente no início do XXIº século(valores esses económicos e muitos outros ).
Não o fez, apenas por tal como as outras tecnologias, trazer bolhas económicas associadas, o neolítico alterou para sempre os direitos das gentes à mãe terra e alienaram os nómadas das sociedades sedentárias.
Nunca houve uma tecnologia que não tivesse produzido crises e alienações sociais, mas nenhuma alienou mais do que a internet e as ditas tecnologias da informação, talvez as pirâmides maias ou egípcias como construção de uma virtualidade comunal que apenas traz proveito para alguns e miséria para os restantes a coberto de ser um factor de progresso.
Desde os anos 70 os computadores afectaram a maneira como a economia funcionava e facilitaram uma mudança social e económica muito mais rápida do que nas décadas anteriores.
Durante esse processo, facilitaram a criação de empregos de alta especialização e criaram legiões de desempregados, a bolsa e a economia adaptaram-se às abstrações ou virtualidades possibilitadas pela revolução tecnológica e a economia alienou-se tal como as pessoas da realidade.
E tal como Kurt vonnegut junior previu nos anos 50 do século XX a nova sociedade levou a guerras económicas por vários meios e a motins das legiões de desempregados e sub-empregados sem futuro do ponto de vista do status económico, nem perspectivas de valorização social, excepto pela ligação a cultos e a associações que renegam os valores da nova ou velha ou neo sociedade.
Belfast foi nos anos 70 o 5º maior porto mundial, com 595.000 habitantes ou talvez mais, numa economia onde 10 portos movimentavam 50% de todo o comércio global, para não repetir o mundial..
Hoje 7 portos na China movimentam 10 vezes mais carga que os 10 grandes portos ocidentais em 1970...
A culpa é duma civilização que se viciou em ópio tecnológico, uma tecnologia que não serve a sociedade e leva a rituais
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De Emmanuel a 25.05.2013 às 15:38

God is love!

Catholic blogwalking

http://emmanuel959180.blogspot.in/
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De o god do moita é love? a 25.05.2013 às 19:38

olha se não fosse ahn

távamos fodidos ...

ó emmeninem diz ó teu deus pra mandar carcassas com fiambre

as minis podem ir prá manife

viva a manife

nunca há gajas boas nas manifes de hoje que saudades das manifes de 74-76

até aS manifes de 81-85 tinham aquelas miúdas das fábricas de sardinha todas tesas

uma maré de corpos mal lavados e de carecas obesos encheu a manife cheia de velhas sessentonas e professoras à beira da reforma precoce

a Filipa de Lencastre enviou um reformado de fresca data que deu um horário de 4 horas a um patego qualquer que recebe quiçá 200 euros limpos por 4 horas semanais
além desse reformado no 9º escalão, um dos últimos a fazê-lo por obra e graça do nosso Socras
havia umas 6 no activo também a 2500 brutos e a 30% de abatimento na reforma se a pedirem hoje

gente nova tirando os trintões da estiva com os os seus pais e avós da inter, não havia muita

se contássemos os desempregados entre os 45 e os 60 da panificadora do Barreiro e das panificadoras falidas em 2007-2013 do seixal a Almada e a fábrica de bolos e panificadora de sesimbra haveria uns 300 jovens desses

uns vieram de barco os de sesimbra (e maçã e cotovia e mesmo do meco) encheram 3 camiões da barraqueiro

resumindo: foi um péssimo dia para os TST da barraqueira

ide e levai mais gente às manifes

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De é só reformados na manife a 25.05.2013 às 21:33

Áppio Sottomayor - reforma

Artur Ascenso - pré-reforma

Artur Margalho - reforma


Bina Vieira - reforma



Ção Matos - reforma

Carlos Marques da Silva - pré-reforma

Carlos Simões - pré-reforma

Carminda Jorge

Carolina Dias - desempregada

Cecília Jorge - não foi tem tacho em macau faz tempo editora sénior ou seja tá velha no "Macau Daily Times"

Celso Matos - reforma

Cláudia Páscoa - Lusa

Cristina Cardoso - Lusa

Cristina Fernandes - desempregada


Dulce Salzedas - SIC

Eduardo Cintra Torres - cronista no Correio da Manhã

Eduardo Dâmaso - director-adjunto do Correio da Manhã

Eduardo Lobão - Lusa

Eduardo Oliveira e Silva - director do


Fátima Silva - Diário Digital

Fernanda Figueiredo - Lusa

Fernanda Machado - reforma

Fernanda Mestrinho - reforma

Fernando Correia - Macau

Fernando Correia de Oliveira - Publisher / Director Estação Cronográfica

Fernando Fraga - reforma

Fernando Lima - Presidência da República

Fernando Paula Brito - Director de Informação da Lusa

Fernando Peixeiro - Lusa

Fernando Pires

Fernando Trigo

Fernando Valdez - pré-reforma

Fernando Zamith - Universidade do Porto

Fialho de Oliveira - reforma

Filipa Araújo - freelancer

Filipe Miguel

Francisca Leal

Francisco Assunção - pré-reforma

Francisco Máximo - reforma

Francisco Paulo Faria - Voz da América, Washington

Francisco Saraiva Marques

Francisco de Vasconcelos - reforma

G G G G G G G G G

Gabriela Chagas - Lusa

Gracinda Santos

Guilherme Venâncio - editor da Sábado

H H H H H

Horta Lobo

I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I


Isabel Athayde Cordeiro - REMAX-Miraflores

Isabel Lourenço - LPM

J J J J J J J J J J

Joana Pulido - Lusa

João Bugalho - revistas da DECO

João Carlos Barradas - cronista no Jornal de Negócios

João Carlos Silva - Revista Sábado, Editor-Executivo

João Fernandes - Mello Saúde

João Milheiro - reforma

João Pedro Henriques - Diário de Notícias

João Pedro Martins - reforma

João Pereira da Silva - RDP-Cabo Verde

João Pinheiro de Almeida - pré-reforma

João Querido Manha - TVI

João Trindade - desemprego

Joaquim Pardal - reforma

Jorge Galvão - pré-reforma

Jorge Heitor - reforma

Jorge Moura - reforma

Jorge Wemans

José Carlos Vieira - Presidência da República

José Manuel Ribeiro - Reuters

José Manuel Torres - Lusa

José Meireles - Timor

José Pimenta de França - pré-reforma

José Sousa Dias - Lusa-Cabo Verde

Júlia Fernandes - RTP

L L L L

Leonor

Lino Soares - reforma

Luís Costa Dias

Luís Costa Ribas - Voz da América, Washington, SIC

Luís Marinho - director-geral de Conteúdos da RTP

Luís Paixão Martins - LPM

Luís Pinheiro de Almeida - reforma

Luís Vasconcelos

Luís Vitta - reforma

Luísa Guerreiro - desemprego

Luísa Ribeiro

Luísa Tito de Morais - reforma

Lurdes Antunes

Lurdes Ferreira - Público

M M M M M M M M M

Magda Viana - pré-reforma

Manuel Almeida - Lusa

Manuel Carlos Freire - Diário de Notícias

Manuel da Costa - RTP

Manuel Falcão - director-geral da Nova Expressão

Manuel Gomes (David) - reforma

Manuel Lopes - reforma

Manuel Martins - reforma
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De Republica a 26.05.2013 às 23:06

Tens aquela gaja das mamas mas essa não vai dar para todos!Digo eu...

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