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Passou entre o barulho das luzes mas consegue haver coisas mais graves que o acordo (ou falta dele) para a salvação nacional. Temos uma juíza que resolve fazer um acórdão sobre a política de saúde em Portugal. Na sua mesinha, algures num tribunal qualquer, falou sobre blocos operatórios (!) e  tomou decisões que era suposto só um governo, eleito democraticamente, tomar. Poder executivo, dizem.

Fechámos maternidades isoladas em todo o país. Em todo o país as maternidades passaram a funcionar dentro de hospitais para garantir a segurança dos partos e a qualidade dos cuidados de saúde prestados. E com resultados únicos na Europa. Chegamos a Lisboa e já não pode ser. Não pode ser porque...sei lá...gostamos muito da m!#"$# do prédio. Em todo o país pode ser...em Lisboa não. Porque somos especiais e a filha do primo nasceu lá.

Temos uma juíza que quer ser ministra, que faz considerações sobre neonatologia, que percebe mais do assunto que os técnicos da direção geral de saúde e um país que não se importa de ser governado por um tribunal. Bom de ver que a brincadeira vai sair cara.  


comentários

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De XXI a 19.07.2013 às 15:19

Metam uma "providência" (leia-se, aquilo que gosta)no cú do autor do comentário neste BLOG !antes que seja tarde!
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De O Bronco a 19.07.2013 às 16:52

Dado que ao tempo que V. Exa. escreveu o seu comentário, era o mesmo o único apresentado no tópico, deduzo que solicita V. Exa. o favor que alguém lhe introduza aquilo que gosta pelo cu (embora sirva de assento, não leva acento agudo)acima.

Apesar de reconhecer que o 31 da Armada é pau para toda a obra, não creio que emcontre neste espaço alguém que lhe satisfaça tais desejos. Já noutras paragens mais fracturantes...
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De Miguel Marujo a 19.07.2013 às 17:38

devia informar-se melhor, Rodrigo! A juíza visitou a MAC, a Estefânia e o São José, ouviu e falou com quem quis e foram muitos, do lado da administração e dos trabalhadores. E decidiu assim, e muito bem. Aberrante era decidir pelo fecho da maternidade de referência só para satisfazer os BES do costume.
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De Miguel Marujo a 19.07.2013 às 17:48

já agora, uma nota aos posts de Alexandre Borges, que não permite comentários: a MAC foi um sonho que vem do início do século XX e só foi concretizado em 1932; mas aquilo que faz hoje da MAC uma maternidade de referência é o desenvolvimento permitido pelo Serviço Nacional de Saúde, do pós-25 de Abril, com os níveis extraordinários conseguidos no campo da saúde materno-infantil e nas baixas taxas de mortalidade infantil, por exemplo. Coisa pouca para a direita, está visto.
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De Anónimo a 22.07.2013 às 07:58

Marujo= aquele que anda no mar
Araujo= aquele que anda no ar

Que é aquilo que ru és Miguel. Esqueces que foi no post 25A que se pagou a construção do edificio da MAC
Esqueces que a tal dita dura não pagou aos construtores e aos operários, tal como uma ponte que liga Almada a Lisboa e que os gloriosos projectaram, cinstruiram e pagaram numa noite escura a seguir ao inesquecivel 25 de Abril
Não te esqueças dos medicamentos para avivar a memória e tratar do juizo
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De Miguel Marujo a 22.07.2013 às 11:10

o palerma que diz que não tem medo, percebeu alguma coisa do que escrevi?! também me parece que não. paz à tua alma.

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