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porco assado e dívidas: o PSD está doido?

por Vítor Cunha, em 23.08.13

Sabe-se agora pelos jornais que a candidatura do PSD no Porto (Luís Filipe Menezes) tem pago algumas dívidas de potenciais eleitores e oferece porco assado nos bairros populares ao fim-de-semana.

 

O Terceiro Mundo é sempre um caminho possível. É para lá que querem ir? Ou é para lá que nos querem levar?


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Algarve a 23.08.2013 às 12:42

É como acabar com os feriados para aumentar a produtividade ou por outro motivo qualquer. É como aumentar os impostos para todo o povo português e aumentar os ordenados para a GNR,PSP,SEF.É como acabar com o dia de carnaval mas só em Faro e Alcoutim para pagarmos o que Lisboa derreteu em merdas.
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De Anónimo a 23.08.2013 às 12:48

Galopinagem.
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De imsultar os Galopin's é mais do caralho a 23.08.2013 às 21:17

que do Carvalho

inda levas um processo pá
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De Elmano a 23.08.2013 às 14:02

Pergunto: não deveria o dr. Menezes doar a sua mina a Portugal?
Seria mais útil porque resolveria de vez os nossos problemas com a dívida.
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De Ora Porra ! a 23.08.2013 às 17:20




O que a Troika queria Aprovar e Não conseguiu!



NENHUM GOVERNANTE, FALA NISTO... PUDERA...
O que a Troika queria aprovar e não conseguiu!!!!!!----

1. Reduzir as mordomias(gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem
ser auditados*?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO
SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD ).

23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de
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De antonio cristovao a 24.08.2013 às 12:45

tristeza é o que sinto com os eleitores; não se envergonham de votar em gente que precisa que os malandros estrangeiros venham exigir aos palhaços politicos para porem ordem nisto? uma vergonha imensa é o que pessoas de bem sentem.Vão rezar ao santo que isso passa.
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De Anónimo a 23.08.2013 às 18:37

Mas esperem lá...
Este não é o mesmo vitor cunha do blasfémias?!
Se é, a sua opinião varia consoante o sítio onde escreve. Um rapaz com carácter, portanto.
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De André a 23.08.2013 às 20:29

Por acaso também estava a pensar nisso. Mas presumi que fossem pessoas diferentes. Não acredito que alguém tivesse opiniões assim tão distintas sobre o mesmo tema.
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De não pá este é um cunha do Porto a 23.08.2013 às 21:20

como tu.....

porco assado


porco sujo

é anti-islâmico

Lisboa há-de ter mouros na costa outra vez

10 anos de mouros em lisboa e até dos esgotos sai pitroil
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De A Mim Me Parece a 23.08.2013 às 21:15

Na minha terrinha o candidato do PS já pagou, num fim de semana do passado ês de Julho, porco assado no espeto a quem comparecesse para o ouvir. Mas não me parece que tenha pago as dívidas dos comensais...
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De aqui no deserto a 23.08.2013 às 21:22

deram uma jantarada leninista em julho

agora em agosto tem havido só umas festanças pequerruchinhas

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De A Velha a 24.08.2013 às 00:17

Porto Forte
há 6 horas
O Jornal Público noticia hoje com título de primeira página "Luís Filipe Menezes paga rendas a moradores de bairros pobres do Porto".
Toda a notícia, aliás suportada por um editorial de redação à medida, procura traduzir de forma infame e mentirosa uma realidade que nunca aconteceu nem nunca poderia acontecer.
Aliás, este tipo de jornalismo verdadeiramente ignóbil, por atingir sem provas nem fundamento a honorabilidade de cidadãos sérios e genuinamente cumpridores da lei, traduz-se, infelizmente, numa cavalgada subsequente de afirmações pouco responsáveis de quem toma, logo, como verdadeira uma atoarda lançada com fins obscuros.
Por isso, não podemos deixar de criticar, veementemente, a tomada de posição de personalidades, que tomando imediatamente por verdade uma notícia falsa e capciosa se deviam resguardar no recato e na circunspecção ligadas às altas responsabilidades que exercem.
Vamos, pois, aos factos. Em toda a campanha eleitoral, que formal ou informalmente já leva largos meses de caminho, o candidato Luís Filipe Menezes nunca prometeu ou concretizou tomar atitudes como aquelas que são relatadas pelo jornal Público.
Uma única vez, e na decorrência da visita a uma idosa, doente, num local particularmente insalubre, ele e a comitiva que o acompanhava foram confrontados com uma situação em que essa mesma idosa, em estado de saúde muito precário, necessitava de comprar medicamentos no valor de 250,00€, com carácter de urgência.
Acresce, que nesse mesmo dia tinha que liquidar duas pequenas contas da sua casa, o que lhe impediria de comprar os citados medicamentos. Face a esta situação, única e particularmente tocante do ponto de vista humano, os elementos da comitiva em apreço quotizaram-se entre si para pagarem essas duas contas, uma no valor de 49,99€ e outra no valor de 84,44€.
Estes valores foram pagos em acto de genuína generosidade solidária, por transferência bancária, com data de 19 de Agosto.
Não entendemos como um único acto de puro humanismo e genuína solidariedade pode ser crime em Portugal. Este entorse à verdade do Jornal o Público é também, antes de tudo, uma atitude cínica, que desrespeita quem sofre e inconsidera quem mais precisa do apoio da sociedade.
É lastimável, uma vergonha e o limite da falta de decência no combate político, não ter sequer o respeito de resguardar a situação desta idosa senhora, que infelizmente é a de milhares de idosos abandonados, um pouco por todo o lado na cidade do Porto.
O desespero de quem não sabe lidar com a democracia ou com a vontade do povo, e de quem vê todos os seus argumentos esbarrarem contra essa vontade, abre a porta a este caminho de desvario insensível e irresponsável.
Destes factos, e de outros que ardilosamente têm sido construídos para tentar denegrir a nossa candidatura vitoriosa, daremos conta de imediato aos diversos órgãos de soberania implicados, nomeadamente, ao Ministério Público.
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De A Mim Me Parece a 24.08.2013 às 23:09

Cotizaram-se e pagaram por transferência bancária? Como se faz isso? Abriram ali mesmo,na casa da velhinha, uma conta bancária e transferiram dela para a conta da velhinha o montantante da cotização? Parece-me que esta história está muito mal contada...
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De Tratado como sandes a 25.09.2013 às 10:06

É para lá que nos querem levar. E levarão, se gente com mais inteligência e visão se mantiver calada, e baixa (hipo) em crítica.
Ou se cresce em democracia e desenvolvimento, ou se decresce.
Onde estão as vozes críticas, começando pelo próprio partido?

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