Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]




...

por Rodrigo Moita de Deus, em 18.12.17

Catarina Martins diz que caso Raríssimas mostra «enorme confusão» entre políticos e IPSS

Catarina Martins tem toda a razão. Era só mais o que faltava ter políticos como voluntários em organizações não governamentais. Ou a participar em causas de serviço público. Ou a emprestar os seus conhecimentos a instituições. Os políticos servem para estar no parlamento. 


comentários

Sem imagem de perfil

De Anónimo a 19.12.2017 às 13:31

Não percebo se o post pretende ser sarcástico. Os políticos nem o trabalho para que foram eleitos fazem, qual é a lógica de espalharem a incompetência noutros afazeres?
Ademais, se eu fosse político, e me convidassem para “apadrinhar” uma coisa tipo Raríssimas, poria como condição imediata fazer uma auditoria prévia. É estúpido, mas acontece os nossos PMs e PRs aparecerem com sorrisos de orelha a orelha junto de “grandes e inovadores empresários” que dois meses depois do “apadrinhamento” fogem para Angola com o “guito”, deixando centenas no desemprego e credores a arder - normalmente a CGD.
Acredito que Catarina Martins só disse o que disse porque ainda não mama nas IPSSs, mas não deixa de ter razão.

Comentar:

CorretorEmoji

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.






subscrever feeds