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por Rodrigo Moita de Deus, em 18.12.17

Catarina Martins diz que caso Raríssimas mostra «enorme confusão» entre políticos e IPSS

Catarina Martins tem toda a razão. Era só mais o que faltava ter políticos como voluntários em organizações não governamentais. Ou a participar em causas de serviço público. Ou a emprestar os seus conhecimentos a instituições. Os políticos servem para estar no parlamento. 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Anónimo a 18.12.2017 às 16:56

Tomara a nós que eles estivessem no parlamento a fazer o trabalho para que são pagos.

Mas não, dois terços do tempo que lhes pagamos para fazer política estão a fazer negociatas com empresas privadas e IPSS.

Começa logo que, se o parlamento é para estes gajos um part time, também não deviam receber o ordenado de deputados ou ministros por inteiro.

E o pior ainda é a corrupção que desenvolvem nessas actividades de negócios e promoção pessoal que, afinal, são a sua principal actividade.

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