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Segundo se lê no diário digital, José Sócrates mandou um obscuro secretário de Estado adjunto - com certeza óptima pessoa e um rapaz com coragem também - à tomada de posse do governo regional da Madeira.

O líder do PS já tinha revelado pouca coragem política ao recusar fazer campanha pelo PS Madeira; ao fugir à tomada de posse de Alberto João Jardim, o primeiro-ministro faz figura de amedrontado. O que é irrelevante em Sócrates, mas imperdoável num chefe de governo.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Dylan T. a 19.06.2007 às 15:34

É o que se chama a diferença entre ficção e realidade. Ficção é o sangue que o Henrique gostaria que fosse feito. Realidade é a importância relativa que tem uma tomada de posse.

Dylan T.

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