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Hoje Pinochet, amanha Fidel

por Manuel Castelo-Branco, em 10.12.06

 

Acabei de ler sobre a morte esperada de Pinochet . Li também o post  do Henrique Burnay com o qual concordo plenamente. Nada justifica o assassinato e a a tortura de pelo menos 5000 pessoas: nem a luta contra o comunismo nem tão pouco a modernização de uma economia.  

Mesmo que a ditadura de Pinochet tenha sido a substituição de outra mas de sinal diferente, mesmo que Pinochet tenha sido o único ditador, que me recordo, a fazer a transição para a democracia pela sua propria vontade ainda em vida.

Concordo que Pinochet não deixa saudades, como não deixam todas as ditaduras da América Latina, de Fidel em Cuba,  Videla na Argentina,  Ortega na Nicarágua ou Stroessner no Paraguai.

Espero que, quando dentro de algumas semanas, quando Fidel Castro finalmente vier a morrer, haja para com ele a mesma justiça negativa, que agora e bem, é feita a Pinochet.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De libertas a 13.12.2006 às 02:22

No referendo de 05 de Outubro de 1988, 44% dos chilenos votaram pelo prolongamento do governo de Pinochet.
Nas presidenciais de 2000, Lavín, apoiante do SÍ em em 1988, membro da UDI, partido dos seguidores de Pinochet teve 49% dos votos.
O governo da Unidade Popular de Allende nunca teve mais de 36% dos votos!
Factos são factos!

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