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Agora a autoridade do Estado já dá jeito, não é?

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.07.07

Concordo Ana. Concordo. A atitude de Alberto João Jardim e do Governo regional da Madeira em relação à lei do aborto é incompreensível, inadmissível e intolerável. Assim como é incompreensível, inadmissível e intolerável o silêncio do Presidente da República sobre esta matéria.

 

Num estado de direito, a aplicação das leis não pode estar dependente do escrutínio individual dos cidadãos sejam eles deputados ou presidentes de governos regionais. As leis são para cumprir. Permitam-me, por isso, que sugira o imediato envio de uma fragata de guerra para o Funchal. De preferência aquela que em 2004 foi interceptar o barco do aborto.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De António de Almeida a 23.07.2007 às 22:31

-Já por várias vezes, em diferentes locais escrevi, votei Não, e voltaria a repetir o meu voto amanhã se novo referendo fosse levado a cabo, não concordo com A.J.Jardim, as leis são para cumprir, se não está de acordo tem um caminho, pedir ao T.C. a fiscalização sucessiva da constitucionalidade do diploma, mas o P.R. nada tem a ver com esta história, ao P.R. segundo a constituição cabe o papel de garante do funcionamento das instituições, como disse e muito bem, se alguém se sente lesado também será nos tribunais que terá de recorrer, não podem querer 2 pesos, 2 medidas, aliás em matéria de respeito pelas instituições será que encaram igualmente a dupla tributação sobre a venda de automóveis? Pessoalmente nem gosto dos poderes minimalistas do P.R., gostaria mais dum regime presidencial com reforço dos poderes parlamentares, mas isso é outra questão!

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