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Autarquias

por Pedro Marques Lopes, em 12.12.06

Há trinta anos foram as primeiras eleições autárquicas pós revolução. Na minha opinião, a única coisa que há para comemorar é o facto em si, ou seja, poderem ser os cidadãos a escolherem os seus órgãos de governo local.

Passados trinta anos constato que a nossa experiência de poder local foi absolutamente desastrosa. Basta conhecer, minimamente, o país para constatar que houve uma sistemática destruição da nossa paisagem provocada pela ignorância, impreparação e desleixo dos detentores do poder autárquico. As autarquias transformaram-se em autênticas agências de emprego para as estruturas partidárias locais. Constituíram-se milhares de empresas municipais que, na sua esmagadora maioria, servem para exercer funções que são da responsabilidade das autarquias não servindo para outra coisa que não seja arranjar mais empregos e duplicar salários aos detentores de cargos autárquicos. Grassa a corrupção, o compadrio e o nepotismo.

É urgente repensar toda a estrutura de poder local.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De CARLOS GREGO a 24.02.2007 às 00:00

O sr. Nuno Gouveia devia ter vergonha e mais cuidado com as falsas acusações contra o Demétrio Alves:- é que não obstante os boatos postos a circular por gente como você, ele saíu e trabalha honradamente como técnico, para além da actividade académica na UNL. Saíu protestando contra a fraudulenta criação de Odivelas, que, aliás, se comprova hoje ser um barrete. Nunca foi acusado judicialomente de nada e muito menos acusado. É bom ter cuidado para não ser processado por calúnia.

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