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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.04.20

A melhor forma que arranjaram de conter a pandemia nas cadeias foi tirar os presos de lá.

eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.04.20

Alguém com o nome "azar" não pode ser secretário da saúde num momento destes.

o mundo ao contrário

por Rodrigo Moita de Deus, em 26.04.20

Se morrem pessoas a culpa não é do virus. É dos políticos. Se a economia afunda a culpa não é dos políticos. É do virus. 

Terra da Fraternidade

por Augusto Moita de Deus, em 25.04.20

"Grândola Vila Morena, terra da Fraternidade". Porquê terra da Fraternidade? Como grandolense lembrei-me de partilhar isto neste dia. Ora, a "Fraternidade" é a Sociedade Musical de Fraternidade Operária Grandolense, também conhecida como “Música Velha”, agremiação onde José Afonso tocou. Este artigo explica um pouco dessa história.

O Brrasil também é um milagre

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.04.20

Sérgio Moro ainda corre o risco de virar herói da esquerda.

este país é um milagre

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.04.20

Sábado não canto. Se me tivessem ouvido cantar agradeciam.

Chuta harpic e morrerás

por Augusto Moita de Deus, em 24.04.20

Trump sugere injectar lixívia para tratar a covid-19, o que pode matar o vírus mas também os doentes

Dia mundial do livro

por Augusto Moita de Deus, em 23.04.20

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O problema não é do Ferro

por Carlos Nunes Lopes, em 22.04.20

O problema não é Ferro Rodrigues. Acredito que quando se fez o 25 de abril ninguém do povo imaginasse que em 2020 teríamos no Parlamento uma série de políticos ainda desse "novo tempo". A distância entre eleitos e eleitores podia estar toda nesta segunda figura do Estado: “Então nós íamos mascarados para o 25 de abril? Eu diria até, um pouco a brincar, embora o momento não seja para grandes brincadeiras, que andou muita gente mascarada de abrilista durante estes anos todos e agora deitou as garras de fora”, ironizou a segunda figura do Estado.

Não é do ferro. É da espinha.

Entretanto, lá fora

por Augusto Moita de Deus, em 20.04.20

Quem tem piscinas vazias, jerrycans e outros reservatórios pode dar aqui uma ajuda aos produtores de petróleo e ao mesmo tempo fazer montes de dinheiro no processo.

PS- só há um pequeno problema, um detalhe, que é o facto de ter secado uma das principais, se não a principal, fonte de rendimento da Rússia. 
PPS- em questão de minutos, o título abaixo mudou para: US oil trades at negative prices for first time in history.

US oil price below $1 a barrel as storage capacity runs out

Benchmark collapses to unprecedented low as traders try to rid themselves of unwanted crude  
Benchmark US oil prices headed to negative territory after crashing to one cent a barrel as the collapse in demand caused by the coronavirus pandemic leaves the world awash with oil and not enough storage capacity — meaning producers may soon be paying for buyers to take it off their hands.

este país é um milagre

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.04.20

Sobre os hospedes do Hostel: "aguardavam o estatuto de refugiados" é um eufemismo para "ilegais"?

este país é um milagre

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.04.20

Percebemos que algo não está bem quando alguém defende que só conseguimos "celebrar uma data" com uma "sessão solene" de discursos chatos à porta fechada. Confundir "sessão solene" com "celebração" é coisa de...grupo de risco. 

este país é um milagre

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.04.20

Dias estranhos: Vasco Lourenço esteve quase a chamar "bolsonarista" a Ferro Rodrigues.

Ouvido por aí

por Augusto Moita de Deus, em 20.04.20

Se os Capitães de Abril forem à Sessão Comemorativa do 25 de Abril não estarão em maior risco de vida do que no próprio 25 de Abril?

Diário das emergências

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.04.20

Foi um bom trabalho. Vejo que a telescola é um retrato fiel das nossas escolas. Tão estimulante e analógica como as outras.

 

Diário das emergências

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.04.20

Bem ou mal temos comida nos supermercados. Bem ou mal temos apoios do Estado. Bem ou mal temos um serviço de saúde. Temos, oficialmente, a primeira pandemia burguesa da história.

Diário das emergências

por Rodrigo Moita de Deus, em 20.04.20

Ferro Rodrigues conseguiu lembrar o país que existe uma sessão solene no parlamento. Talvez não tenha sido da melhor maneira. Mas conseguiu.

Merkel fala de modelos e de uma monitorização. Com o risco de ser simplista, julgo que o que se passa na Alemanha é o seguinte: com os dados fiáveis de que deve dispor e dos modelos validados a que também deve ter acesso, Merkel sabe prever a situação num horizonte digamos que de 1 mês (e consegue estabelecer cenários mais longínquos, como ela explica aliás).

Ela pode saber se nesse intervalo o sistema entraria em colapso. Se sim, aplica medidas mais restritivas; se não, liberta um pouco (deve ter a ver por exemplo com medidas relacionadas com escolas e outros serviços do Estado). Se os números daí a uns tempos piorarem -isto é dinâmico- ela pode fechar mais as medidas e tem também tempo para reforçar o sistema de saúde na medida necessária. Ela deve querer sempre, aliás, manter uma almofada de segurança nos meios de saúde, para poder acorrer a algum pico que sempre pode surgir de forma inesperada e aleatória.

Mas o facto dos meios de saúde estarem no presente com uma taxa elevada de ocupação não é mau? Claro que é, há sempre pessoas a morrer, nem que seja "apenas" 1% dos infectados. Mas por outro lado admitir uma infecção natural da população a um nível abaixo do colapso pode ser uma forma de admitir pragmáticamente que a doença existe e que com outro tipo de medidas o número de mortos seria maior. Portanto deixar as infecções correr não tão baixo como seria estritamente possível com medidas muito severas, mas abaixo do limite de capacidade do sistema de saúde (postura que provavelmente ninguém vai admitir) é algo muito delicado mas que pode visar alguma actividade económica e social extra, bem como a utilização da capacidade instalada para varrer (no sentido de scan) o maior número de cidadãos neste processo de autovacinação. Que obviamente ainda não se sabe se é permanente ou se apenas dura uns meses.

No entretanto espera-se que os tratamentos melhorem em eficácia e também se espera que a sociedade em geral perceba que algumas dessas pessoas (e cada morte é uma tragédia) do ponto de vista da amostra global da população morreriam ou de Covid-19 (mais cedo) ou pouco tempo depois disso de outra doença (o coronavirus tendo sido meramente aquela corrente de ar que apagou a vela já ténue). É uma análise fria, mas todos os anos as pessoas ficam 1 ano mais velhas. E acumulam problemas de saúde. É uma análise fria, mas os médicos (quando se pensa por exemplo no processo de treinamento de um cirurgião, ou no estabelecimento de um tratamento novo, ou em decisões em Urgência perante um maior número de acidentados do que mesas de operações) e os profissionais de seguros sempre tiveram esta mesma atitude objectiva quando lidam com a morte e a vida.

Daí se constata que esta estratégia de monitorização (que é também no fundo uma permanente corrida contra o tempo, ie uma em que se tenta ganhar cada vez mais tempo para cada vez ter mais meios) seja a mais racional no sentido de ir abrindo a sociedade a uma interacção mais normal, mas dentro dos limites razoáveis dos sistemas de saúde, que estão lá aliás não só para tratar doentes Covid, mas também para tratar todos os demais utentes.

Risco >>> Profissionais + Meios

por Augusto Moita de Deus, em 18.04.20

Da série O céu é azul. Quando há um risco, uma ameaça até, o que se faz? Suscitam-se profissionais e reunem-se meios para eliminar ou mitigar os respectivos efeitos perniciosos. Senão vejamos:

 

* Risco de incêndio no verão >>>

    corporações de bombeiros + autotanques e meios aéreos espalhados pelo território;

    proprietários e autarquias + limpeza de matas e terrenos

* Risco de afogamento nas praias >>>

    nadadores-salvadores + flutuadores

* Risco de prevalência da ignorância >>>

    professores + escolas

* Risco de criminalidade >>>

    agentes policiais + meios de dissuasão;

    juízes + tribunais

* Risco de apanhar sarampo, tosse convulsa etc. >>>

    profissionais da saúde + vacinação

* Risco rodoviário >>>

    todas as pessoas + cumprir o código da estrada;

    mecânicos e inspectores + oficinas e centros de inspecção automóvel;

    empreiteiros e trabalhadores das estradas + manutenção das vias;

    agentes policiais + meios de dissuasão.

 

Portanto, para o que vem a seguir, é igual:

* Risco de contraír Covid-19 >>>

    todas as pessoas + medidas de contenção durante o tempo necessário ;

    grupos de risco + medidas de contenção prolongadas;

    profissionais da saúde + hospitais preparados para tratar a doença.

 

É igual.

Num momento em que a a Comissão Europeia pretende dar passo para impedir a China de comprar empresas europeias, surge notícia de que o financiamento para salvar TAP poderá vir do maior banco chinês.

 





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