Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
Pedro Passos Coelho previa há muito tempo que a contracção da economia terminaria no segundo semestre de 2013. Ele e Vitor Gaspar eram então duas vozes isoladas num país condenado pelos "analistas" indígenas a uma "espiral recessiva" sem fim à vista.
Estes muitos peritos procuram hoje nos astros a explicação para o já persistente excedente da balança comercial (coisa inédita no Portugal democrático), para o fim da longa tendência de subida do desemprego, para a redução do crónico défice das contas públicas, etc.
O esforço exigido a todos nós tem sido enorme, estando ainda muito por fazer como, por exemplo, a necessária redução estrutural da despesa pública. Mas quando as boas notícias nos vão aproximando do fim do resgate, tem de ser reconhecido o muito mérito que nisso pertence à liderança determinada do nosso primeiro-ministro.