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até onde vai um argumento?

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.11.18

O "superior interesse da Nação" e o "prestígio das forças armadas" não foram os argumentos que os envolvidos invocaram para justificar o caso da estranha aparição da chamusca?

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De Anónimo a 06.11.2018 às 17:59

Pelos vistos o crime que merece castigo foi o de ter havido devolução do roubo, porque roubar é coisa que não merece castigo...

Na Função Pública e ainda mais das Forças Armadas, um chefe toma conhecimento de algo, quando recebe um ofício (em papel ou suporte magnético rastreavel), com remetente bem identificado, assinado por quem de direito.

Ninguém comunica pelo telefone, ou de viva voz sem testemunhas, o desaparecimento de material de um armazém. Na tropa ou na Função Pública.
Nem nas instituições privadas assim é.

Se a comunicação for feita dessa forma é nula. Quem ouviu tem legitimidade para dizer "não sei de nada".
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De Rão Arques a 06.11.2018 às 18:39

Essa é boa. Numa emergência mesmo um pombo correio serve. No caso em apreço até ouve presença física frente a frente, pelo que o argumento da falta de identificação não colhe. Tanto mais que um dos argumentos badalados é que não se aperceberam da coisa.
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De Anónimo a 06.11.2018 às 19:38

Milhares de mensagens de voz para o 112, todos os anos, são brincadeiras de mau gosto. Por isso as chamadas são gravadas, os telefones emissores identificas, a data e hora da chamada registados.

Mesmos assim há brincalhões que gozam com coisas sérias...

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