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até onde vai um argumento?

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.11.18

O "superior interesse da Nação" e o "prestígio das forças armadas" não foram os argumentos que os envolvidos invocaram para justificar o caso da estranha aparição da chamusca?

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De Rão Arques a 06.11.2018 às 18:39

Essa é boa. Numa emergência mesmo um pombo correio serve. No caso em apreço até ouve presença física frente a frente, pelo que o argumento da falta de identificação não colhe. Tanto mais que um dos argumentos badalados é que não se aperceberam da coisa.
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De Anónimo a 06.11.2018 às 19:34

Não é um problema de falta de identificação. é um problema de credibilidade de quem comunica.

Quem recebeu a mensagem pode sempre dizer "Ah! não acredito! passa-me essa informação por escrito".
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De Rão Arques a 06.11.2018 às 22:53

Não se importa de considerar falta de credibilidade do receptor?
Ou já teve acesso a conclusões das ainda investigações em curso?
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De Anónimo a 06.11.2018 às 19:38

Milhares de mensagens de voz para o 112, todos os anos, são brincadeiras de mau gosto. Por isso as chamadas são gravadas, os telefones emissores identificas, a data e hora da chamada registados.

Mesmos assim há brincalhões que gozam com coisas sérias...
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De Rão Arques a 06.11.2018 às 23:01

"Mesmo assim há brincalhões que gozam com coisas sérias…".
Já agora diga-nos se no caso de Tancos tem todos os das brincadeiras identificados, ou são só palpites de casulo sem consistência?
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De Anónimo a 07.11.2018 às 14:42

DN de hoje:

Marcelo manifestou-se indignado, mas esperou até segunda-feira para esclarecer no site da Presidência da República, ponto por ponto, do que era acusado no programa. A saber: nunca recebeu o diretor da Policia Judiciária Militar (PJM) ou qualquer elemento da instituição; nenhum membro da Casa Civil ou Militar falou ou lhe escreveu sobre a operação de descoberta das armas de Tancos; não existe qualquer documento ou memorando em Belém sobre o assunto; e não existe registo de qualquer estafeta da Presidência a entregar ou receber documentação da ou na PJM.

Um PR ou um PM não podem considerar ter tomado conhecimento de um caso grave por terem falado com o Sr. do café, ou com o soldado raso que leva os cavalos a beber...
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De Rão Arques a 07.11.2018 às 21:16

Sai uma bica suspensa para a mesa do canto ou um coice de cavalo para o soldado.

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