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até onde vai um argumento?

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.11.18

O "superior interesse da Nação" e o "prestígio das forças armadas" não foram os argumentos que os envolvidos invocaram para justificar o caso da estranha aparição da chamusca?

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De José Domingos a 06.11.2018 às 14:01

E tudo no superior interesse da nação, se a questão for tratada como tratam os superiores interesses das crianças, estamos conversados.
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De Rão Arques a 06.11.2018 às 17:33

RELATORIO DO PHUDER EM SECO
Marques Mendes mansinho para com quem não devia, a ver ouvir e calar sobre a dupla Costa/Marcelo na tapada de Ta(ma)ncos.
Segundo Marcelo jogos de poder, mas tanto manobras eleitorais dos partidos, como de campanha presidencial em várias frentes para assegurar reeleição, há quem diga.
Se João Cordeiro por dever de lealdade não pode ou deve revelar o que transmitiu a Marcelo, este obriga-se desde já a confirmar que o Chefe da Casa Militar alguma coisa lhe disse, sem prejuízo de a breve trecho nos revelar o segredo.
Sendo para com os portugueses o único dever de lealdade a respeitar, parece líquido que o Presidente não pode continuar a insistir na tese de que esteve sempre à margem de qualquer conhecimento.
Costa disponível para a CPI, e até lá nada, nada, mesmo nada?
Se Marcelo nada sabe porque não se cala quando não tem parado de comentar avançando mesmo com cenários nunca antes navegados?
Agora já não precisa de aguardar pelos resultados da investigação?
Quando alguém que devia ser símbolo e exemplo para a nação, tenta encaixar (a martelo) num estalar de dedos argumentos contraditórios ao empurrão, em linguagem taberneira de esquina, mostra andar perdido no próprio labirinto aos apalpões sem encontrar saída em cada canto onde tropeça.
Mais nebulosa ainda?
Para um presidente de faz de conta seria do outro mundo saber de alguma coisa importante e que lhe possa morder as canelas.
O cerco aperta-se em torno destas figuras que não sabem o que dizem nem querem dizer o que sabem.
As duas ultimas pérolas destes dois artistas:
-Costa a dizer que ele e Marcelo sempre estiveram em sintonia.
Olha a novidade!
-Marcelo a dizer que nunca lhe disseram nada ANTES (risos) do aparecimento das armas.
Seguem a matriz, de forma muito mais pornográfica, das senhoras com a mais velha profissão do mundo.
Chama às outras antes que te chamem a ti.
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De Anónimo a 06.11.2018 às 17:59

Pelos vistos o crime que merece castigo foi o de ter havido devolução do roubo, porque roubar é coisa que não merece castigo...

Na Função Pública e ainda mais das Forças Armadas, um chefe toma conhecimento de algo, quando recebe um ofício (em papel ou suporte magnético rastreavel), com remetente bem identificado, assinado por quem de direito.

Ninguém comunica pelo telefone, ou de viva voz sem testemunhas, o desaparecimento de material de um armazém. Na tropa ou na Função Pública.
Nem nas instituições privadas assim é.

Se a comunicação for feita dessa forma é nula. Quem ouviu tem legitimidade para dizer "não sei de nada".
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De Rão Arques a 06.11.2018 às 18:39

Essa é boa. Numa emergência mesmo um pombo correio serve. No caso em apreço até ouve presença física frente a frente, pelo que o argumento da falta de identificação não colhe. Tanto mais que um dos argumentos badalados é que não se aperceberam da coisa.
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De Anónimo a 06.11.2018 às 19:34

Não é um problema de falta de identificação. é um problema de credibilidade de quem comunica.

Quem recebeu a mensagem pode sempre dizer "Ah! não acredito! passa-me essa informação por escrito".
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De Rão Arques a 06.11.2018 às 22:53

Não se importa de considerar falta de credibilidade do receptor?
Ou já teve acesso a conclusões das ainda investigações em curso?
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De Anónimo a 06.11.2018 às 19:38

Milhares de mensagens de voz para o 112, todos os anos, são brincadeiras de mau gosto. Por isso as chamadas são gravadas, os telefones emissores identificas, a data e hora da chamada registados.

Mesmos assim há brincalhões que gozam com coisas sérias...
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De Rão Arques a 06.11.2018 às 23:01

"Mesmo assim há brincalhões que gozam com coisas sérias…".
Já agora diga-nos se no caso de Tancos tem todos os das brincadeiras identificados, ou são só palpites de casulo sem consistência?
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De Anónimo a 07.11.2018 às 14:42

DN de hoje:

Marcelo manifestou-se indignado, mas esperou até segunda-feira para esclarecer no site da Presidência da República, ponto por ponto, do que era acusado no programa. A saber: nunca recebeu o diretor da Policia Judiciária Militar (PJM) ou qualquer elemento da instituição; nenhum membro da Casa Civil ou Militar falou ou lhe escreveu sobre a operação de descoberta das armas de Tancos; não existe qualquer documento ou memorando em Belém sobre o assunto; e não existe registo de qualquer estafeta da Presidência a entregar ou receber documentação da ou na PJM.

Um PR ou um PM não podem considerar ter tomado conhecimento de um caso grave por terem falado com o Sr. do café, ou com o soldado raso que leva os cavalos a beber...
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De Rão Arques a 07.11.2018 às 21:16

Sai uma bica suspensa para a mesa do canto ou um coice de cavalo para o soldado.
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De Anónimo a 07.11.2018 às 13:06

O caso da estranha aparição da chamuça?

No Intendente?

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