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Se dúvidas havia que José Sócrates tinha uma secreta e preversa ânsia em controlar certa comunicação social (vide casos Manuela Moura Guedes na TVI, a tentativa de compra do canal pela PT, com a ajuda do amigo Rui Pedro Soares, ou até mesmo do Correio da Manhã), a providência cautelar apenas contra o grupo Cofina ajuda a dissipá-las.
Podia ter feito como a ex-namorada funcionária do Diário de Notícias e ter interposto a mesma providência contra toda a comunicação social que tem publicado detalhes da Operação Marquês, embora por razões diferentes.
É notória a aversão que José Sócrates, advogados e seu séquito têm para com o Correio da Manhã. E não há melhor atestado de competência ao trabalho dos jornalistas da Cofina do que esta providência cautelar. Só se mandam calar as vozes incómodas.
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