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cerejo reinventa-se

por Alexandre Borges, em 21.01.14

Ontem, no Público, destacável de sete páginas dedicado a Agostinho Branquinho.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De zézinho a 21.01.2014 às 21:24

Acho que o Cerejo é um tenebroso racista. Se fosse com um Agostinho Pretinho será que a cerejal figura atacaria desta forma?

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