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Depois do caracóis

por José Maria Barcia, em 04.06.15

Cromos anti-aborto conseguem pegar na campanha da defesa do caracol e - aí que giro - vamos fazer a mesma coisa com um feto. A água benta da Universidade Católica deve andar minada.

 

 

 

 

 

 

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De V. a 04.06.2015 às 14:00

Conheço muita gentinha católica que abortou.

Um asco!
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De Rogério Lacerda a 04.06.2015 às 18:10

E em que é que isso legitima o aborto?
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De AlÔO aí alguéem? a 04.06.2015 às 19:11

Daaaaaa
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De Francisco a 04.06.2015 às 15:08

O relativismo moral na sua glória:
Cozinhar caracois vivos é um atentado a não se sabe o quê.
Matar um bebé não é nada.
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De Miguel a 04.06.2015 às 15:32

O pessoal do 31 precisa mesmo de ser muito Charlie para aguentar com os posts do Barcia.
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De Rogério Lacerda a 04.06.2015 às 17:16


"O ABORTO
2270. A vida humana deve ser respeitada e protegida, de modo absoluto, a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento da sua existência, devem ser reconhecidos a todo o ser humano os direitos da pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo o ser inocente à vida (46).
«Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi: antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5).
«Vós conhecíeis já a minha alma e nada do meu ser Vos era oculto, quando secretamente era formado, modelado nas profundidades da terra» (Sl 139, 15).
2271. A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral:

«Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido» (47).
«Deus [...], Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis» (48).

2272. A colaboração formal num aborto constitui falta grave. A Igreja pune com a pena canónica da excomunhão este delito contra a vida humana. «Quem procurar o aborto, seguindo-se o efeito («effectu secuto») incorre em excomunhão latae sententiae (49), isto é, «pelo facto mesmo de se cometer o delito» (50) e nas condições previstas pelo Direito (50). A Igreja não pretende, deste modo, restringir o campo da misericórdia. Simplesmente, manifesta a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao inocente que foi morto, aos seus pais e a toda a sociedade.

2273. O inalienável direito à vida, por parte de todo o indivíduo humano inocente, é um elemento constitutivo da sociedade civil e da sua legislação:

«Os direitos inalienáveis da pessoa deverão ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política. Os direitos do homem não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, nem mesmo representam uma concessão da sociedade e do Estado. Pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa, em razão do acto criador que lhe deu origem. Entre estes direitos fundamentais deve aplicar-se o direito à vida e à integridade física de todo ser humano, desde a concepção até à morte» (52).

«Desde o momento em que uma lei positiva priva determinada categoria de seres humanos da protecção que a legislação civil deve conceder-lhes, o Estado acaba por negar a igualdade de todos perante a lei. Quando o Estado não põe a sua força ao serviço dos direitos de todos os cidadãos, em particular dos mais fracos, encontram-se ameaçados os próprios fundamentos dum «Estado de direito» [...]. Como consequência do respeito e da protecção que devem ser garantidos ao nascituro, desde o momento da sua concepção, a lei deve prever sanções penais apropriadas para toda a violação deliberada dos seus direitos» (53).

2274. Uma vez que deve ser tratado como pessoa desde a concepção, o embrião terá de ser defendido na sua integridade, tratado e curado, na medida do possível, como qualquer outro ser humano.

O diagnóstico pré-natal é moralmente lícito, desde que «respeite a vida e a integridade do embrião ou do feto humano, e seja orientado para a sua defesa ou cura individual [...]. Mas está gravemente em oposição com a lei moral, se previr, em função dos resultados, a eventualidade de provocar um aborto. Um diagnóstico [...] não pode ser equivalente a uma sentença de morte» (54).
2275. «Devem considerar-se lícitas as intervenções no embrião humano, sempre que respeitem a vida e a integridade do mesmo e não envolvam para ele riscos desproporcionados, antes tenham em vista a sua cura, as melhoria das suas condições de saúde ou a sua sobrevivência individual» (55).
«É imoral produzir embriões humanos destinados a serem explorados como material biológico disponível» (56)." Catecismo da Igreja Católica

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De Alma Mater a 04.06.2015 às 19:18

"Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi: antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5).

Antes e depois: meu para sempre.
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De bernardo a 04.06.2015 às 17:28

Quando me mandaram este link pensei que era do esquerda.net

Não compreendo o que há de condenável neste movimento de jovens que defendem o que acreditam. Ou o monopólio destes movimentos é da malta de esquerda?
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De António TD a 04.06.2015 às 17:56

Ó Bacia, diga lá então quais são as causas a que se tem a liberdade de expressar?

(Admitindo de antemão que vai usar o célebre argumento "eles têm a liberdade de de se manifestar e eu tenho a liberdade de os achar uns cromos", então eu digo já que o seu post revela uma ignorância atroz salteada com um pouco de imbecilidade. E pronto, você agora tem o direito de não concordar com o meu comentário e achar que eu sou um pouco parvo, e eu fico com o meu direito de me estar a borrifar para a sua opinião sobre o meu comentário e de um considerar um pouco anornal, e você tem o direito de se sentir insultado mas não o pode dizer em nome da liberdade de expressão por isso acha só que o meu último comentário é desadequado e fico a achar que a sua posição é..)
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De Anónimo a 08.06.2015 às 15:29

Ó António TD, você faz a festa, lança os foguetes, vai buscar as canas e ainda toca sanfona, tudo ao mesmo tempo. É o ultimate cromo ;)
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De Miguel a 04.06.2015 às 18:16


O próximo post de Barcia, no domínio da economia, vai ser contra a propriedade privado.

No domínio da relações externas vai defender a aproximação à malta do Syriza e aos camaradas Nicolas Maduro e Evo Morales.

No domínio dos costumes vai defender as relações poliamorosas nomeadamente as que comportam zoofilia e incesto.

No domínio religioso, após ter digerido o desgosto de descobrir que o Papa Francisco acredita em Deus, irá propor uma ordem jacobina de encerramento de igrejas e conventos.

E assim irá estar em sintonia com a matriz conservadora do 31.



Entretanto ainda vai apanhar um desgosto
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De M. a 05.06.2015 às 12:27

31 da Armada façam um favor à liberdade de expressão: mandem o Barcia às urtigas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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De Anónimo a 11.06.2015 às 15:20

http://antesdelfin.com/ilustrations/aborto6.jpg

adiciono mais uma imagem para o menino Barcia saiba como fica um bebé depois de abortado

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