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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.10.18

Depois destes anos de geringonça ainda não perceberam que é escusado discutir o orçamento? O orçamento é secundário. O melhor é discutir as cativações.

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De Anónimo a 14.10.2018 às 21:36

Nem mais.
É melhor fazer um orçamento otimista e monitorizar o défice com cativações, do que o contrário.

Ao menos ficamos a saber de antemão o que acontecerá se as receitas opimistas se verificarem...
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De outro anónimo a 15.10.2018 às 00:28

O «Anónimo a 14.10.2018 às 21:36» pelo que aqui defende aparenta ser um optimista inveterado mas duvido que se reja para o seu orçamento pessoal pelas mesmas regras que defende para o Orçamento de Estado... é que além de optimista seria também bastante imprudente e ainda mais se tiver família a seu cargo! Ou será que foi apenas irónico no seu comentário? Fiquei um pouco na dúvida...

Eu diria que em vez de um orçamento optimista que, para agradar a alguns, distribui dinheiro que o estado não tem mas que depois, recorrendo a cativações, rapidamente e quase às escondidas é tornado num orçamento pessimista que corta a torto e a direito retirando cegamente dinheiro em sectores essenciais prejudicando-nos a todos... seria muito melhor um orçamento realista e responsável que respondesse às reais necessidades do país mesmo que eventualmente fossem necessários orçamentos rectificativos ao longo do ano.

Ao menos ficávamos a saber de antemão com o que realmente podíamos contar acabando por toda a população sair minimamente beneficiada em vez de apenas alguns aparentes privilegiados que preferem viver na ilusão pensando que ficam a receber e a ter mais para depois, feitas as contas, terem ainda menos com o que passam depois a pagar a mais com aumentos encapotados de impostos, taxas e "taxinhas".

É tudo uma questão de escolhas, de se fazer a escolha certa para o que o momento pede.
Infelizmente não é este o lema de quem está no poder pois, como se tem visto em várias propostas que já vieram a público, neste momento o governo e também os seus ajudantes e apoiantes de extrema esquerda estão mais preocupados com as próximas eleições já em 2019 (que são várias) do que em levar o país para a frente.

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