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Um ministro tem o direito de substituir um dirigente. É absurdo um ministro estar rodeado por dirigentes que não subscrevem as suas políticas. Independentemente das políticas e independentemente dos ministros. Coisa válida para este governo, para os anteriores governos e para os próximos governos. O absurdo maior é andarmos com esta hipocrisia da “independência” dos dirigentes. Não são. Nem devem ser independentes. Logo deviam tomar posse no início da legislatura e sair no seu final. Poupávamos imensa tinta.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Dimitri a 01.03.2016 às 22:36

"É absurdo um ministro estar rodeado por dirigentes que não subscrevem as suas políticas."

Até parece que o Lamas teve tempo para discordar com as "políticas" do "ministro" da cultura.
O Lamas foi, pura e simplesmente, exonerado/saneado para o lugar vago fosse ocupado por um boy socialista.
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De Ah pois é!!! a 03.03.2016 às 10:50

Oh "Dimitri", não seja inácio!
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De CGS a 04.03.2016 às 10:12

Gostei de ouvir os bons princípios de Manuela Ferreira Leite sobre a demissão de dirigentes do Estado, fiquei feliz por saber que a senhora defende que os dirigentes do Estado devem ser tratados com dignidade. As suas posições na TVI24 foram tomadas a propósito da substituição do gestor do CCB.
Mas a senhora já deve estar com alguns problemas de memória e ter-se-á esquecido da forma como se comportou quando foi ministra, foi fez todas as barbaridades que agora critica em João Soares e ainda por cima mentiu. Quando questionada no parlamento sobre o que ia fazer para combater a evasão fiscal a agora cheia de princípios éticos Manuela Ferreira Leite respondeu "primeira medida de combate à fraude e evasão fiscais foi demitir o director-geral dos Impostos". Pois, combateu tanto a evasão fiscal que aumentou o IVA em 2% e não conseguiu mais um tostão de receita e quando o país estava em desespero vendeu as dívidas ao fisco ao desbarato.
A ex-ministra perdeu uma boa oportunidade de ficar calada pois sobre o tema de que falou o seu telhado tem telhas de vidro muito frágil.
E em relação às críticas que Manuela Ferreira Leite fez a Maria Luís também tem um pequeno problema de credibilidade, em 2006, menos de dois anos depois de abandonar o lugar de ministra das Finanças, tomou posse como administradora do Banco Santander.
Enfim, nos ensina o velho provérbio "Bem o prega Frei Tomás; façamos o que ele diz e não o que ele faz".

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