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Amiguismos

por Sofia Bragança Buchholz, em 10.03.14

Nova editora no mercado - Ideia-Fixa ideias em livros - e novo livro da Inês Teotónio Pereira. Apareçam!

 

 

Estão todos convidados

por Sofia Bragança Buchholz, em 30.10.13

 

As provas de atletismo da cidade do Porto, desde há 20 anos que têm um cunho muito próprio. Inseparável da história destas provas, está a empresa que as planeia, organiza e realiza: a Runporto. Desde 2003 que a Runporto foi palmilhando um caminho, que trouxe não só evolução e crescimento às provas de atletismo realizadas na cidade Invicta, como às provas realizadas em Portugal, ao ponto de quase se confundir com a própria história do atletismo português.

Pela mão do jornalista desportivo Luís Lopes, o leitor faz um périplo não só pela realidade desportiva do atletismo na cidade do Porto -- provas realizadas, atletas participantes, marcas obtidas, etc. -- como do próprio atletismo mundial, pelas referências dos atletas internacionais participantes nas provas desta cidade.

Ilustrado com belíssimas fotografias, mais do que uma obra sobre a Runporto, "Porto a Correr, 20 anos depois" é um documento sobre aquilo que é cada vez mais a paixão de multidões de portugueses: o Running.

 

Leia excertos do livro aqui:

http://www.edita-me.pt/previews/Porto_a_Correr_prev.pdf

O 31 divulga

por 31, em 13.11.08

 

“Pessoas revoltadas com o que sentem como injustiças cometidas contra si, desmotivadas face à profissão, sem confiança na instituição e nas hierarquias, com medo de agir por receio de serem alvo de um processo disciplinar, com a vida familiar desestruturada, desenraizadas das matrizes afectivas ou porque estão afastadas dos seus locais de origem e, por isso, também, da sua casa, da mulher e dos filhos, ou porque não conseguem conciliar as exigências da profissão com a vida familiar; muitas delas cansadas, com problemas de saúde e a necessitarem de ajuda psicológica – Eis, em traços largos, um retrato de muitos dos polícias portugueses. Vivem uma vida dura, com fracas recompensas, e mesmo assim procuram cumprir o que entendem como o seu dever.

Mas pagam um preço elevado que, em alguns casos, felizmente pouco frequentes, pode chegar ao suicídio, porque há aqueles que, incapazes de conciliar a farda com o ser humano que também são, "acabam por se meter em comprimidos, no álcool, noutro tipo de vida, para esquecer, para se anestesiarem como forma de sobreviver, até que alguém lhes diga – Mata-te, tens aí uma pistola!
 
 
Este é um excerto do livro “Polícia à Portuguesa”, o primeiro de uma série em torno dos grandes temas que preocupam a sociedade civil, assinado pela dupla de antigos profissionais da comunicação social, Fernando Contumélias e Mário Contumélias.
 
O livro, que chega hoje às livrarias pela Dom Quixote, traça um retrato actual e pertinente da Polícia de Segurança Pública, através dos testemunhos directos de vários dos seus operacionais, numa altura em que a necessidade de mais e melhor segurança continua a ser um tema central.
 
Segundo os autores, “Polícia à Portuguesa” trata-se fundamentalmente de um contributo para o debate urgente sobre o estado da PSP, na medida em que esse afecta directamente a segurança dos cidadãos.
Vale a pena ler.

Kusturica em Gaia

por Sofia Bragança Buchholz, em 18.10.08

Emir Kusturica e a sua banda, The No Smoking Orchestra, actuam no pavilhão municipal de Gaia, no dia 21 de Novembro, às 22 h.

O preço do bilhete é 10 euros.

 

Sobre a banda

 

A No Smoking Band, que mistura o punk rock com as várias músicas tradicionais dos Balcãs, foi formada em 1980, em pleno movimento punk/ new wave, em Belgrado, tendo-se destacado pelas suas letras agressivas relativamente ao poder político da época.
Esta agressividade, inédita na ainda comunista Jugoslávia pós-Tito, não passou despercebida à censura, o que levou à saída de alguns elementos da banda em 1984.
Foi nessa altura que entrou para o grupo, para substituir o baixista, Emir Kusturica, já então um conhecido realizador de cinema.
A notoriedade internacional de Emir Kusturica fez com que, em 1998, a banda tivesse mudado o seu nome para “Emir Kusturica and the No Smoking Orchestra”, tendo entretanto o realizador trocado o baixo pela guitarra eléctrica.
Kusturica, apesar do grande êxito internacional que tem obtido como cineasta - repetidamente premiado nos festivais de Berlim, Veneza, Cannes, e autor de filmes como “Underground”,  “Gato Preto, Gato Branco” e “Promise Me This” - tem mantido uma carreira paralela como músico da “No Smoking Orchestra” e utilizado a sua música como banda sonora dos seus filmes.

 

Divulgação: PNET/Literatura

por Sofia Bragança Buchholz, em 17.09.08

O site PNET/Literatura é um espaço de diálogo com a realidade literária em língua portuguesa. "Há três aspectos que sobressaem na actualização diária do novo site", diz o seu coordenador, Luís Carmelo: "a dimensão crítica, a publicação de inéditos e um acompanhamento permanente da vida literária". Para ler aqui.




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