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Más escolhas

por Sofia Bragança Buchholz, em 07.03.16

"Carlos Barahona Possolo é o autor do retrato oficial de Cavaco Silva que passa a integrar a Galeria de Retratos dos ex-Presidentes no Museu da Presidência da República. É ele o autor do quadro escolhido entre os dois que foram pintados por dois artistas diferentes. O segundo quadro não foi revelado."
Claúdia revela-nos o segundo quadro. Ela acha que foi mal escolhido. Eu estou plenamente de acordo.

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Tão querido...

por Sofia Bragança Buchholz, em 29.01.16

Costa chama "senhor primeiro-ministro" a Passos Coelho.

 

 

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Vá votar!

por Sofia Bragança Buchholz, em 24.01.16

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coletor menstrual.jpg"Minimizar o gasto de recursos naturais, mitigar o impacto ambiental decorrente do uso e promover o bem-estar colectivo. Responsabilizar as/os cidadãs/ãos pela sua higiene e saúde assim como o Estado, através das estruturas de saúde locais e regionais públicas, na partilha de informação e bens duradouros de higiene pessoal.
Como?
Alocar financiamento da Direcção Geral da Saúde para campanhas de esclarecimento à população sobre os benefícios do uso do copo menstrual e para entrega gratuita destes em centros de saúde e hospitais em consultas de planeamento familiar."

 

Programa Eleitoral do PAN

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25 de Abril, sempre!

por Sofia Bragança Buchholz, em 25.04.15

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Mais uma vez, sobre a (in)Segurança Social

por Sofia Bragança Buchholz, em 03.03.15

"O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho não pagou contribuições à Segurança Social durante cinco anos, refere a edição deste sábado do jornal «Público». [...]. O «Público» acrescenta que Passos Coelho garante que nunca foi notificado da dívida, que terá sido contraída entre 1999 e 2004."

 

Nunca ter sido notificado e desconhecer a dívida, para o cidadão comum, não é considerado argumento. O Estado parte do principio que temos de ter conhecimento da lei. Mais ainda, muitos cidadãos comuns pedem a isenção ou redução de contribuição à (in)Segurança Social e não obtém resposta, vindo anos mais tarde a receberem “Citação” para a execução da dívida com juros de mora de todos aqueles anos em que, insistentemente, pediram resposta e não obtiveram. Deduzir oposição judicial a esta decisão implica custos, recursos financeiros esses que a maioria dos cidadãos comuns que trabalham a “recibos verdes” (e que, como sabemos, engloba uma grande parte dos trabalhadores em situação mais precária) não têm.
Está aí uma boa altura para Pedro Passos Coelho e o seu executivo pensarem no assunto. Estabeleçam um mínimo de sobrevivência isento de contribuição à Segurança Social. Façam-no provar através de declarações de IRS ou seja lá do que for. Agora, não partam do principio que alguém ganha x, quando na realidade ganha  – e prova que ganha – apenas y. Receber, por exemplo, 200 € num mês e ter de pagar 124,09 € à Segurança Social é absurdo! Atrever-me-ia a dizer inconstitucional, até.
Há inúmeros casos destes. A crise complicou ainda mais a situação. Isto atira as pessoas que estão a tentar manter-se no mercado de trabalho para fora dele. Muitos trabalhadores independentes preferem já nem aceitar trabalho, porque sabem que, literalmente, vão estar a pagar para trabalhar. E fomenta a economia paralela: tentar não passar recibos.

Já aqui falei várias vezes da injustiça da lei nestes casos, e da ideia de que quem legisla não tem, provavelmente, sequer a noção de que estas situações existem na realidade. Resta-me agora esperar que, tendo o próprio chefe do governo vivenciado este facto, se venham a debruçar sobre o assunto e acabar de vez com esta insanidade.

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Mais papistas do que o Papa

por Sofia Bragança Buchholz, em 15.02.15

O Estado português está mais papista do que o papa (leia-se, os verdes alemães). Na Alemanha, esta história de pagar os sacos limita-se aos supermercados. Ou seja, lá estamos nós, cidadãos, a ser roubados em nome de uma causa que não é o que de facto está em causa (até já existiam sacos biodegradáveis): qual ambiente qual carapuça; o que interessa é encher os cofres do Estado! A qualquer custo!

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Perdemos!

por Sofia Bragança Buchholz, em 26.06.14

A culpa é do Governo!

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Aleluia, saravá! Já se pode ser de direita e intelectual.

por Sofia Bragança Buchholz, em 17.06.14

Ser de direita já não provoca confrangimento nem má consciência. Não significa necessariamente defender os privilegiados, ser socialmente insensível, retrógrado e reaccionário. Nem sequer o conservadorismo dos costumes. Ser de direita já não é um sinal de inferioridade intelectual, nem de indiferença à injustiça, ódio à mudança, ou pertença às classes altas. Pelo menos é isto que acham os novos arautos da direita. Por ser de direita, já não perdemos os amigos. Já não nos caem os parentes na lama.

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Este momento foi patrocinado pela LEGO

por Sofia Bragança Buchholz, em 16.06.14

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No Brasil tudo a postos para a Copa do Mundo

por Sofia Bragança Buchholz, em 12.06.14

 

Só faltou mesmo a cidade "River from January".

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Coisinhas boas (II)

por Sofia Bragança Buchholz, em 02.06.14

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Coisinhas boas

por Sofia Bragança Buchholz, em 02.06.14

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Atenção rapazes: novas tendências!

por Sofia Bragança Buchholz, em 26.05.14

Se fosse eu o estilista teria usado a "lei da compensação": tapar em cima para descobrir em baixo, ou seja, uma barba
em cima; pernas nuas em baixo.

 

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(imagem "roubada" ao Pedro Rolo Duarte, no Facebook)

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Para a próxima sugiro que convidem esta. A da direita, claro.

por Sofia Bragança Buchholz, em 15.05.14

copy da foto: ?

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Ufa!...

por Sofia Bragança Buchholz, em 15.05.14

Parlamento cancelou palestra sobre "Vidas Passadas" de Alexandra Solnado

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"Alexandra Solnado - "terapeuta da alma" que tem vários livros que alega terem sido ditados por Jesus (...)"

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Digam-me que hoje é dia 1 de Abril, digam

por Sofia Bragança Buchholz, em 15.05.14

Alexandra Solnado vai ao parlamento falar de "vidas passadas"

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